sexta-feira, 14 de agosto de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Max Gheringer fala sobre os peladões no escritório
Uma pequena agência de publicidade inglesa está em crise. Perdeu clientes, teve que mandar funcionários embora. Em desespero, sem saber mais o que fazer, o dono chamou o consultor David Taylor, autor de livros traduzidos em mais de 100 países, que teve uma ideia ousada e acabou acertando também que o processo de salvação da agência viraria um documentário de TV.
A coisa prometia. Ele explicou: “Vou convidar vocês a virem trabalhar pelados em uma sexta-feira”.
A reação dos publicitários é uma só: “por quê?”.
A teoria do consultor é que tirar a roupa no escritório é a expressão máxima da confiança em si próprio e nos colegas de trabalho. Como preparação, há um dia em que todos devem fazer fotocópias de partes do corpo. O resultado não permite prever muito sucesso para a sexta-feira pelada.
Mas o dia tão temido finalmente chega. O dono dá o exemplo. A diretora e mulher do dono é menos exemplar.
O interfone tocou, alguém tem que atender.
Aos poucos, todos vão chegando. Um diretor entra com uma providencial encomenda. A recepcionista, com bolsa tiracolo. Outro, com um simpático tapa-sexo. Na reunião, nem um papel sobre a mesa. Tudo fica nos colos.
Eles conversaram, conversaram e chegaram à conclusão de que valeu a pena. Um mês depois da farra obrigatória tinham 11 novos clientes.
Na semana passada, ficaram todos famosos quando o documentário “Escritório nu" foi transmitido pela TV inglesa Virgin One.
Já pensou se a ideia do consultor inglês pega no Brasil? O que diz o nosso especialista em carreira? “Eu não acredito que nós vamos encontrar em empresas brasileiras grupos dispostos a tirar a roupa só para descontrair o ambiente”, aposta Max Gheringer.
Vejamos: “Pelada? Não”, afirma uma jovem. “Se todo mundo fosse, eu iria”, diz um senhor.
“Eu trabalho na Câmara de Vereadores, já imaginou todos os vereadores chegando pelados pra trabalhar?”, ressalta uma outra mulher.
“Não ia dar certo, todo mundo ia correr”, brinca um rapaz.
“Acho que todo mundo ia ficar reparando em tudo de todo mundo”, aposta uma jovem.
“Eu toparia, sim, se fosse homem e mulher tudo junto. Uma pessoa só daria muita vergonha. Mas começa a dar uma rebolada. Depois que começasse o serviço, descontrai todo mundo”, ressalta um homem.
“Mas, pelado ou com roupa, muita coisa pode ser feita. As iniciativas em grupo que funcionam bem são aquelas em que ninguém é forçado a fazer o que não quer”, aconselha Max Gheringer.
Por aqui encontramos empresas que para melhorar o ambiente de trabalho arriscaram menos. Em uma agência de publicidade, quando toca a buzina, é hora de ir para o quintal. Para quê? Para conversar, descontrair. Todos bem vestidinhos.
Em outra agência, o videogame é liberado, de manhã, de tarde de noite.
Em uma empresa, o analista contábil vira: “Patusco”. O analista de produtos se transforma em “Farofa”. E uma moça séria vira: “Chanadinha”. A empresa apoia e diz que lucra com a iniciativa.
“O resultado para a empresa como um todo é ter este grupo trazendo a alegria para dentro do ambiente de trabalho”, aponta o gerente Thomas Carmona.
Ainda assim todos permanecem vestidos. Estranhamente vestidos, mas com roupa.
Fonte: http://fantastico.globo.com/
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Não esquente a cabeça, "Aqui tem tudo o que você precisa saber para preservar a sua juba"

Por: Jenna Berger e Mylene Abud
Foto: Stock Photos
Publicado 12/06/2008
Esta não é uma história sobre como perder os cabelos com dignidade. Muito pelo contrário: é sobre homens jovens como o produtor de vídeo Júlio Cézar Bruscalin que, com vinte e poucos anos, olhou para o espelho e levou um susto danado ao perceber uma entrada no meio da cabeça. Ao olhar o álbum de fotos da família e usar seu pai e seu avô como padrão, descobriu uma analogia familiar. Isso porque, infelizmente, está comprovado: a calvície é hereditária e está ligada a sete pares de genes. "Se o homem herda todos os pares, tem maiores probabilidades de ser ainda mais calvo do que aqueles que herdam menos, porque são esses genes que predispõem o processo da calvície", informa o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.
Júlio percebeu que, se já estava perdendo cabelo assim tão jovem, quando chegasse aos 30 anos, no seu ápice profissional e social, provavelmente estaria bem pior. Essa constatação cai como um balde de água fria na auto-estima de qualquer homem. "Vivemos em uma sociedade que supervaloriza a juventude. Tem homem que acha que isso influencia até na potência sexual, o que é infundado", afirma Valcinir Bedin.
"No começo, fiquei preocupado. Tinha uma banda de rock e sempre usei cabelo comprido. Mas logo descobri que haviam opções", conta Júlio. Para sua sorte e de outros caras que enfrentam o problema, a medicina oferece vários tratamentos eficazes.
Eles podem ser preventivos, com o uso de medicamentos, ou definitivos, como o transplante capilar. A escolha depende das características de cada paciente e do estágio em que o problema está. Então, quanto mais cedo se procura ajuda, melhores são os resultados com as terapias mais simples.
Queda livre
É preciso entender que calvície e queda de cabelo são coisas diferentes. A queda pode estar relacionada a problemas como estresse, desequilíbrios metabólicos e até mesmo uso de remédios que fazem com que os cabelos deixem de receber os nutrientes necessários para seu crescimento. "Nesses casos é preciso tratar a causa para que os fios parem de cair e voltem a crescer saudáveis", opina José Henrique Vieira, endocrinologista do Laboratório Fleury, em São Paulo.
A calvície, entretanto, não é a perda de cabelos, mas a sua miniaturização, explica Bedin. Em nosso corpo, existem dois tipos de pêlo: o terminal (grosso, como os do cabelo) e o velus (um tipo de "penugem", como a da região do buço nas mulheres). A miniaturização é exatamente essa passagem do terminal para o velus: eles continuam ali, só que ficam quase imperceptíveis.
Constatada a calvície, é hora de iniciar o tratamento. Para os que têm tendência familiar ou estão identificando as primeiras entradas, terapias à base de tônicos e de comprimidos costumam ser eficazes. Já o transplante é geralmente indicado para os homens que não respondem às terapias clínicas ou quando o estágio da calvície está avançado e não pode mais ser controlado com medicamentos.
Na raiz do problema
O minoxidil é o mais popular e único medicamento tópico contra a queda de cabelo masculina aprovado pela FDA (agência norte-americana de controle dos produtos alimentícios e farmacêuticos). "Com cerca de 30 anos no mercado, o minoxidil não é mais considerado um remédio e, por isso, não precisa de receita", informa Bedin. Ele age na terceira fase do ciclo do cabelo, que é justamente a da queda, retardando-a. Mas não interfere nas outras duas que são o nascimento e o crescimento. Como conseqüência, a cabeleira fica mais cheia. "Não significa que nasçam novos fios, os que já existem é que demoram mais tempo para cair", afirma o dermatologista. Porém, para que o efeito perdure, o uso do produto não deve ser interrompido.
Os pesquisadores ainda não chegaram a uma conclusão definitiva sobre como o minoxidil age, embora alguns teorizem que ele dilataria os vasos sangüíneos do couro cabeludo e, aplicado duas vezes ao dia, faria o cabelo crescer mais longo e forte. Nelson Lee Novick, professor de dermatologia da Escola de Medicina Mount Sinai (EUA), trata vários pacientes aliando o minoxidil ao ácido retinóico, que contém a forma ácida da vitamina A. "Os dois parecem trabalhar em combinação", diz. E mais: o ácido retinóico ajuda a deixar as camadas superiores da pele mais permeáveis, auxiliando na absorção do minoxidil, segundo Novick.
"No entanto, não devem ser manipulados juntos, em um mesmo frasco, porque um interfere quimicamente no outro. E devem ser usados em horários diferentes", adverte Valcinir Bedin.
No Brasil, uma das alternativas ao minoxidil é o tônico Avicis, do Laboratório Galderma, que tem como princípio ativo o 17-alpha-estradiol, que bloqueia a DHT (dihydrotestosterona), um hormônio que encolhe os folículos capilares. Ele pode ser aplicado duas vezes por dia.
Engula essa
Medicação por via oral e a mais antiga aprovada pela FDA, a finasterida é considerada a primeira droga comprovadamente eficaz para inibir a formação de DHT. Estes comprimidos diminuem - e até revertem, em alguns casos - a progressiva miniaturização dos cabelos que, no final, acaba levando a uma cabeça descoberta.
Segundo Valcinir Bedin, a finasterida bloqueia a enzima 5-alpha-redutase (que transforma a testosterona da célula do cabelo em DHT) e dá fim aos pêlos geneticamente comprometidos. "É preciso tomar diariamente porque não tem efeito cumulativo." Segundo ele, a dose ideal é de 1 miligrama/dia. "Mais que isso é desnecessário", aconselha, lembrando que, assim como o minoxidil, a finasterida atua como preventivo, principalmente em jovens que ainda não estão calvos. O preço é acessível: manipulado, custa cerca de 30 reais, 30 comprimidos.
Segundo Bedin, uma opção à finasterida, droga sintética, é o fitoterápico Serenoa repens, derivado de uma palmeira-anã, que também é feito para uso tópico. "Os dois remédios têm a mesma ação, mas, na prática, o fitoterápico traz menos efeitos colaterais", acrescenta o médico.
Terapia a laser
A aplicação de baixo nível de laserterapia é outra opção de tratamento, principalmente para que o cabelo atrofiado volte a ter volume. "Estas máquinas convertem 70% dos folículos do cabelo da fase de repouso (entre o crescimento e a queda) para a fase de crescimento", explica Robert Leonard, fundador e cirurgião-chefe da Associação de Transplante Capilar Leonard (EUA). Ele recomenda um ano de sessões, começando com duas vezes por semana e, ao final, diminuindo para uma vez por mês. Os primeiros efeitos aparecem após três meses. "Por sua ação antiinflamatória, o laser pode ser um bom tratamento coadjuvante, associado à finasterida e ao minoxidil", informa Bedin.
Solução definitiva
Se todos os tratamentos anteriores falharem, ainda existe uma saída para o problema: o transplante capilar. Os primeiros relatos são de 1822. Cirurgiões japoneses já usavam a técnica para a reconstrução de áreas afetadas por queimaduras e acidentes. O procedimento passou a ser descrito na década de 50 por Norman Orentreich, já voltado à calvície androgenética - o tipo mais comum de perda de cabelo e que representa o diagnóstico primário na maioria dos candidatos a um transplante capilar. Esta afeta, em algum grau, aproximadamente 20% dos homens na idade de 20 anos, 50% aos 50 anos e 80% aos 80 anos.
O refinamento do transplante capilar teve início na década de 80 com o uso dos micro-enxertos no acabamento da linha frontal. Em meados dos anos 90 surgiu a técnica folicular e a confecção dos enxertos com microscópio. Essa é a técnica mais utilizada atualmente e a que oferece os melhores resultados.
"É preciso desmitificar o transplante capilar. Só quem atende pessoas que sofrem desse problema é que sabe o quanto isso incomoda o homem", diz Ricardo Lemos, cirurgião-plástico especialista em transplante capilar, de São Paulo. "Quando o trabalho é malfeito, fica parecendo cabelo de boneca. Mas, bem realizado, através da técnica folicular, que é a mais avançada, o resultado é surpreendente".
A opinião é compartilhada pelo dermatologista Valcinir Bedin. "Se antes o transplante era feito em tufinhos, deixando um aspecto artificial, hoje é feito através de células-tronco totipotentes, que dão origem a um novo fio, deixando a aparência praticamente natural."
A técnica folicular
Ao contrário do que se pensa, os cabelos não nascem fio a fio, mas em agrupamentos chamados de unidades foliculares. A técnica folicular com microscopia consiste em retirar essas unidades (agrupamentos compostos por até quatro fios de cabelo, mais a glândula sebácea e o músculo piloeretor - responsável pela sensação de pêlos arrepiados) de uma área saudável do couro cabeludo, sem comprometê-la, e transplantar para os pontos calvos. A área escolhida para o transplante é determinada: pegam-se as unidades capilares localizadas na região posterior ou lateral do couro cabeludo, próximo à linha das orelhas, e que, geneticamente, não têm propensão a cair.
Durante a cirurgia - realizada com anestesia local e sedação - o médico abre, com agulhas, micro-orifícios e inicia a colocação individual de cada unidade, respeitando a direção e a angulação dos fios pré-existentes, para reproduzir a distribuição padrão do couro cabeludo e garantir a naturalidade. "Antes, o procedimento era feito por bisturi, em tufos que ficavam concentrados em um só lugar, deixando espaços brancos e o couro irregular. Hoje, não deixa sequer cicatriz", observa Ricardo Lemos. Na manhã seguinte à cirurgia o paciente retorna à clínica para a lavagem do couro cabeludo e retoma a vida normal. O cabelo transplantado cai após um mês, voltando a nascer em três. E, em cerca de oito meses o resultado final aparece.
Os fios de cabelo podem ser transplantados curtos (de 1 a 2 milímetros) ou compridos (entre 6 e 7 centímetros). Segundo Ricardo Lemos, o resultado é o mesmo. No entanto, o transplante do cabelo comprido, apesar de ser mais trabalhoso devido ao embaraçamento, pode diminuir a ansiedade do paciente, que no dia seguinte já visualiza os resultados. "Os fios menores são mais fáceis de manusear. Mas o processo é o mesmo e os fios, após um mês, caem para crescerem, com a velocidade de 1 a 1,5 centímetros ao mês, definitivamente."
A cirurgia de transplante capilar não tem uma idade ideal para ser realizada: tanto pode ser indicada para um homem com 25 anos, como para um de 60. Mas o melhor, explica Lemos, é que seja feita a partir dos 40 anos, quando se tem um melhor quadro da extensão da calvície.
O procedimento, diz o médico, é bastante seguro: "É superficial, sistêmico, só trabalha a pele." Para Valcinir Bedin é uma das poucas intervenções em que não se corre o risco de errar. " O máximo que pode acontecer é não nascer o cabelo, mas não temos relatos sobre isso", completa.
Já os medicamentos podem ocasionar uma perda da libido em aproximadamente 1,5% dos casos. Mas, fique frio: o mesmo resultado foi registrado nos estudos com placebo. E basta parar a medicação para reverter o quadro. Aliás, o tratamento clínico é normalmente aliado ao tratamento cirúrgico, para a obtenção de melhores resultados.
O produtor de vídeo Júlio Cézar Bruscalin só viu benefícios no tratamento. Ele, que nos anos 90 participou dos primeiros testes com a finasterida no Brasil, garante que nunca sofreu nenhum efeito colateral. Hoje, aos 43 anos, conta que o tratamento valeu a pena e evitou que a calvície se alastrasse.
Boa notícia para os brasileiros: aqui, o transplante capilar sai mais barato em relação a outros países. Enquanto nos Estados Unidos, referência na área, o procedimento custa uma média de 20 mil dólares, no Brasil sai pela metade do preço.
CABELOS EM QUEDA
Quando é fácil remediar
• Perda repentina
O gatilho pode ser emocional ou trauma físico, que faz o cabelo parar de crescer e cair. "Imagine ficar careca da noite para o dia", diz Jessie Cheung, professor-assistente de dermatologia da escola de medicina da Universidade de Nova York (EUA). À medida que seu corpo e sua mente se recuperam, os cabelos voltam a crescer.
• Perda contínua
Os folículos de cabelo precisam de nutrientes para manter um rápido crescimento. Se você começar a se descabelar mais do que o normal durante dois ou três meses sem interrupção, preste atenção em sua alimentação. Para repor os nutrientes necessários coma mais brócolis, espinafre e ovos. Também tome um suplemento vitamínico diário, como Centrum ou Stresstab.
• Estilo coroinha
Um buraco do tamanho de uma moeda na parte de trás da cabeça sinaliza alopecia areata. O catalisador continua desconhecido, mas estresse e herança genética podem ser os culpados, diz Kevin McElwee, professor-assistente de dermatologia da Universidade da British Columbia, no Canadá. Procure um especialista para diagnosticar o caso e prescrever o medicamento correto.
• Deu branco
Você provavelmente tem tinea capitis, uma infecção causada por fungos. (É como ter pé-de-atleta na cabeça.) O seu corpo combate a infecção com uma onda de células brancas sangüíneas que danificam os folículos e causam a queda. Tente um xampu antifungicida comprado em farmácia. Se não der resultado, procure um médico.
Fonte: http://menshealth.abril.com.br/
domingo, 21 de dezembro de 2008
INVESTIGAÇÃO: Novos dados para um melhor controle da hepatite B e C crônicas
Na hepatite C, nenhum tratamento deve ser mantido, se não houver uma resposta inicial

MADRID .- Dois trabalhos publicados na revista 'The New England Journal of Medicine', servirá para esclarecer as medidas terapêuticas que necessitam de receber pacientes infectados com hepatite B ou hepatite C. Tenofovir, que é um antiviral eficaz na infecção pelo HIV, também é positivo no controle da forma crônica de hepatite B. Tal como para a terapia ideal para as pessoas com hepatite C, um inquérito indica que, se não reagir bem no início do tratamento, é melhor parar e não continuar tentando.
Estima-se que no mundo cerca de 400 milhões de pessoas vivem com uma hepatite crônica B. Há vários indicadores que apontam para a presença de infecção ou de seu diploma. Por exemplo, o antígeno superfície (HBsAg), indica que a pessoa pode infectar outras pessoas. Há também o e antígeno (HBeAg). Se o paciente for HBeAg positivo significa que o vírus se replicar e preocupa-se que os elevados níveis de vírus no sangue. Outro fator é que muitas vezes se olhou para o nível da enzima alanina amino-transferase. Se a pessoa tem uma elevada concentração desta enzima, ou de outros marcadores, a doença pode progredir e, o prognóstico é pior.
Em função destes indicadores, e de carga viral eo risco de cada paciente a desenvolver uma complicação, como a cirrose ou câncer de fígado. A maioria das pessoas com a forma crônica de hepatite B à nascença ou adquirida durante os primeiros anos de vida e uma alta porcentagem de indivíduos do sexo masculino (cerca de 50%) e mulheres (14%) quer morrer por destas duas complicações.
Ao avaliar a eficácia de um tratamento, é preciso ter em mente que o consumo de droga e reduzir a carga viral, ela também melhora os parâmetros indicados. Nos últimos anos, vários medicamentos têm sido aprovados para este distúrbio, mais recentemente tem sido tenofovir. Saber se ele pode reduzir a carga viral indetectável ou até que ele se torna monitor indicadores do desenvolvimento tem sido alvo de dois estudos liderados por Patrick Marcellin, Beaujon Hospital, em Paris.
Análise
Nos trabalhos que compararam a eficácia do tenofovir em comparação com o adefovir dipovixil em dois tipos de pacientes, alguns eram positivo e antígeno (603) e alguns negativos (846). Após 48 semanas de tratamento, constatou-se que a primeira droga foi mais efetivo na remoção da carga viral em um percentual maior de participantes em comparação com adefovir (até 93% comparado a 63% no grupo dos pacientes antígeno e negativa, e 76% vs 13%, no antigénio e positivo).
Outro aspecto que trabalhou de forma positiva, o tenofovir foi quem nos apresentou resistência à lamivudina, outro antiviral. Precisamente, para os autores de um editorial que também publica 'NEJM', médicos e Ching-Lung Lai Man-Fung Yuen, o departamento de medicina da Universidade de Hong Kong, "o nicho de tenofovir é mais evidente no tratamento da esses pacientes ", uma vez que este produto era muito superior ao adefovir em si.
Mesmo que se imagina, de acordo com estes especialistas, que o tenofovir poderiam ser a droga de primeira escolha para pacientes que nunca receberam tratamento, reduzindo assim o risco de gerar resistência. "Embora [a confirmar esta] deve aguardar mais estudos para determinar de que forma a resistência de longo prazo tenofovir [...] No entanto, espera-se que a taxa de resistência é menor [do que os de adefovir] porque é muito mais eficaz na supressão viral ".
Hepatite C resistente
Outro trabalho, também publicado no "NEJM", respondeu uma das perguntas feitas quando os especialistas devem tratar os pacientes com hepatite C fármaco-resistente. O que fazer com eles?
Cerca de metade das pessoas com hepatite C hepatis está totalmente recuperado após receber um tratamento inicial de interferão peguilado e ribavirina, durante pelo menos seis meses a um ano. No entanto, o restante, conhecida como não-respondedores pode melhorar, mas o vírus não é eliminado.
Um grande número de especialistas que tinha assumido um dado baixa dose de interferão peguilado como terapia de manutenção para estes pacientes é a melhor opção. "No entanto, não foi demonstrado se ele funciona", diz Adrian Di Bisceglie, chefe da hepatologia e co-diretor do Centro de Fígado da Universidade de Saint Louis e investigador principal do estudo.
Para analisar o que acontece se ela continua a fornecer o tratamento, não obstante não ter um efeito positivo sobre a carga viral ou o que acontece se você parar de gestão, os pesquisadores avaliaram 1.050 pacientes em quatro anos. Metade delas recebeu uma dose baixa de interferão peguilado e formaram o resto do grupo controle.
Após esse período, em comparação ao estado de cada um dos sujeitos e descobriram que a terapia não deve manter a reprimir a doença hepática. De fato, em 30% dos pacientes em cada grupo tinha progredido sua falência hepática, tinham desenvolvido um câncer ou haviam morrido.
"A lição que aprendemos é que, uma vez que a hepatite C crônica, fibrose é agora avançada, os doentes podem deteriorar rapidamente", diz Bisceglie. A prática de manter assumiu terapia "deveria ser retirado com base nos resultados do presente estudo. Não é razoável a utilização desta terapia manutenção", conclui o pesquisador..
Fonte: http://www.elmundo.es
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